sábado, 28 de abril de 2012

E se

By Autora Desconhecida

Talvez, apenas talvez, a Rapunzel não esteja na torre quando o príncipe chegar, ela poderia ter se cansado de esperar. Talvez a Branca de Neve não morra mais com uma maçã envenenada; pois agora ela não acredita cegamente nas pessoas nem em alimentos transgênicos. Talvez, quem sabe, a Chapeuzinho Vermelho deseje o Lobo Mau, assim como ele a deseja. Talvez, de novo, a Cinderela não vá ao baile do príncipe, mas sim a uma rave onde ela conheceria um DJ gatão. E se a Fera não tivesse se transformado, a Bela ainda estaria com ele?!

E se a Bela Adormecida não fosse tão estúpida e não furasse o dedo na roca, e então não adormeceria e o príncipe não a salvaria; mas ela conheceria um jovem camponês do reino, se apaixonaria por ele e eles fugiriam em busca de aventuras épicas?! E se depois de terem muitos filhos, Sherek e Fiona caíssem na mesmice do casamento, se divorciassem e ela virasse uma atriz?! Já imaginou se o Patinho Feio não tivesse se transformado em um cisne, mas crescido como um pato mesmo e depois tornado-se uma grande estrela do rock?!

Já percebi que a vida não é um conto de fadas e não precisa ser!

Percebi que o bem e o mal são relativos e muitas vezes se confundem.

Aprendi que não procuro um príncipe, tudo o que preciso é de alguém real; não são necessários os sapatinhos de cristal, meus tênis são mais confortáveis. O Lobo Mau pode não parecer tão mau assim de perto; eu não espero que um cavaleiro venha me salvar, eu mesma me resgato.

Não tô esperando um grande cavalo branco, um castelo e depois um final feliz; prefiro lutar, brigar, sangrar e chorar por ele do que esperar que seja entregue a mim.

Sou mais do que pareço, menos do que você sonha, e tô bem assim.


"De domingo a quinta-feira eu espero o príncipe encantado, sexta e sábado saio a procura do lobo mau." Carolina Bensino by Lolitashttp://www.facebook.com/#!/lolitasforever

sábado, 21 de abril de 2012

Make By Kássio Lucas

Meninas vocês bem sabem que nosso muso, o cabeleireiro Kássio Lucas está cada vez mais requisitado e muito chique depois que foi também descoberto pelo maquiador Fernando Torquato.

Em suas idas e vindas POA-RIO-SP, ele esteve comigo ontem e me produziu para a balada de sexta. Foi meu personal stylist e arrasamos hein!!

Usamos os cílios que ele me deu de aniversário e funciona super bem, fácil de colocar, isso se você tiver um ajudante, ou for a Helena Azambuja (eu não mentiria para vocês por nada), e, o mais importante, fica ultra natural grils!



Make B. O Boticário Cílios Postiços com Cola (VDA) $ 19, 99


E quem usa lentes, como eu, pode ficar tranqüila, não me deu nenhuma irritação, não escorreu cola para dentro dos olhos, nenhum problema!


volume e curvatura definida, deixando seus olhos ainda mais marcantes.

Só cuidem ao utilizar a cola, não abusem, senão vocês correm o risco de acordar com os olhinhos grudados, e dependendo onde acordarem, sabe como é..., pode parecer remela (argh)...



Ah e uma coisa ótima, não precisa nem passar rímel!

Look finalizado, pronta para balada


Quando for tirar os cílios, basta molhar bastante os olhos e puxá-los aos poucos. Guardei os meus na embalagem e estão prontos para próxima balada, ou até uma saidinha...

Para quem não tem cílios de personagem do Walt Disney, curvex tem que ter e tem que usar! Eu não vivo sem!
Make B. Curvex $ 25, 99

Por você
Eu dançaria tango no teto
Eu limparia
Os trilhos do metrô
Eu iria a pé
Do Rio à Salvador (de POA ao RIO...)


quarta-feira, 18 de abril de 2012

Princesas podem resolver tudo sozinhas

Esqueçam de vez os contos de fadas do passado, peguem seus príncipes, pelos quais as mulheres enlouquecem, mas não você, que já era louca mesmo antes de conhecê-lo, e vá ao cinema assistir Espelho Meu, Espelho Meu! Há alguém mais Gira do que Eu (Mirror Mirror, 2012).

Não é que o filme seja maravilhoso, mas descaracteriza muito bem aquela Branca de Neve da história (dos Irmãos Grim ) que assistíamos desde meninas. A princesa moderna é uma mulher batalhadora, nada chorona, não perde tempo, usa calças pretas (aliás, o figurino eu adorei!), e não espera que seu príncipe, a postos em seu cavalo branco, a encontre desmaiada na floresta. Ela vai à luta, pelo seu gato sim, mas muito mais pelos seus ideais.
Dando uma fuçada pela web, antes de escrever este post, encontro homens julgando nossa princesa (até parece vida real hein...): “E pelo que sei, a Branca de Neve deveria ser a mulher mais linda do mundo...Neste caso, a nossa "heroína" nem é linda. Pode ser no máximo bonitinha, mas totalmente "sem sal". Crítica de um homem o que me leva a crer que o conto de fadas não é só coisa de mulherzinha não!! Alguns homens esperam uma princesinha do século passado, lá onde estacionaram seus cavalos brancos, seus corpinhos e suas cabecinhas.
Enquanto nós mulheres estamos vibrando com esta nova figura de princesa, que finalmente tomou a “pílula da auto confiança” e se tornou uma mulher madura e corajosa, homens que deviam estar admirando-a, esbravejam e lamentam seu comportamento, não basta ela ser magra e me parece que tão pouco importa sua inteligência e independência, eles a querem, peraí, e eles sabem como querem suas princesas?!
Quanto ao príncipe, este mesmo sapo escreveu: “De galã inteligente e corajoso que deveria ser, o príncipe desta versão é um fraco, medroso, burro, idiota”, porém ele esquece que só um príncipe de verdade é capaz de desculpar-se e admitir seus erros, como acontece nesta versão atual da fábula, desarmando todas nós com sua bela atitude de homem, ao anunciar que a princesa é capaz de resolver seus problemas sozinha.
O filme tem lá as suas fraquezas, concordo que o príncipe por vezes exagera na dose do pastelão, mas Espelho, espelho meu transmite uma mensagem interessante, que vai além do felizes para sempre e de coisas do passado como acreditar no que se sonha, a existência apenas do bem ou mal, ou mesmo uma heroína perfeita, bondosa, ingênua que espera seu príncipe encantado para resolver seus problemas, beijá-la e salvá-la.
E para terminar uso um “truquesinho” que um dos anões fala à Branca de Neve, ao ensiná-la a lutar e se defender: “As pessoas acham você um amor, tire proveito disto..."


"Oh, think twice
Cuz it's another day for you and me in paradise
Oh, think twice
Cuz it's another day for you
You and me in paradise"
                      Phil Collins

sábado, 14 de abril de 2012

Loucuras de uma concur S?! ou C?! eira...

O rasteira esteve fora por vários motivos, o mais recente é meu envolvimento com os estudos. E como tudo na vida dá uma boa história, volto a escrever e publicar no meu querido blog...eeeeee!!!!

Comecei a me envolver nos concursos meio que por acaso. Foi uma sugestão da minha amiga virtual, amiga de um amigo, colega de profissão, a qual fui apresentada via msn, com o propósito de colher dicas do mercado de trabalho em Porto Alegre... uma pequena observação, voltei para minha cidade natal, a capital gaúcha.
A guria me disse que ia fazer um tal concurso: “- vou é fazer concurso que paga 5 mil e ainda tem estabilidade!! Faz também...”

Não estava fazendo muita coisa, sigo ainda com minhas palestras, voltei do interior desempregada, frustrada por não ter entrado no Mestrado justo pela falta de verba, voltei para casa dos pais, o que para muitos é o fim, juro que não para mim, não sou super fã de morar sozinha, tinha grana suficiente para viver sem trabalhar fixo um tempo, decidi: “vou seguir o conselho da colega e entrar nessa de prestar concurso”.

Tentei começar pelo que chamei de “estudar por conta”, mas não rolou. Acabei iniciando um desses cursinhos preparatórios, indicado por outra amiga, que hoje é funcionária concursada, que beleeeeeza!!

Não sou um exemplo de CDF, mais pela rebeldia que me é natural, do que por não gostar de estudar. Também sempre fui daquelas alunas, digamos, “relaxadas”, acho que por ser atrapalhada mesmo, meus cadernos são recheados de corretivos, minha letra é horripilante, meus polígrafos sempre cheios de “orelhas” ou pingos de café, minhas canetas são aquelas que ganho dos distribuidores, sabem, aqueles gatos que representam laboratórios, editoras. Cheguei a ser chamada de “relaxada” várias vezes pela professora de artes no tempo do colégio, e quando peguei recuperação, sim, em artes, só passei porque minha colega, mega talentosa, fez o trabalho de montar, pintar as pirâmides para mim... ficou um capricho, e ainda lembro da “profi” perguntando: “- foi você quem fez?”.

Matriculada no curso, sem nem ter me inscrito para uma prova de concurso ainda, recebo um monte de material novinho. Primeira aula, curso em andamento, entro meio perdida na sala que me mandaram, com os fones ouvindo algo do tipo: Girls just want to have fun de Cyndi Lauper”.

Caneta, não levei; caderno, muito menos, pego o polígrafo e me toco a escrever na capa mesmo, isto depois de descolar um lápis com uma colega. Logo no intervalo, recreio, para alguns, corri e comprei o lápis mais barato que encontrei. Absurdo o preço dos materiais escolares!

E dá um ânimo voltar a estudar, além de ser divertido também. Reencontrei uma colega da faculdade, conheci muitos profissionais, professores e alunos, de todas as áreas.  E dei muita risada...

É colega que não pode ver você escrever que já quer tirar xerox, sabem aquelas piradas por matéria?!: “- daonde é este polígrafo que eu não tenho?!!” Me divertia com suas canetas fluorescentes marcando desesperadas seus textos. Era uma fissuração por colorir, grifar, de todas as cores imagináveis, canetas estilosas, e eu com uma caneta que ganhei de brinde e uma lapiseira, também “promocional”, com o grafite “na unha” de tanto apertar demais a ponta, escrevo tão forte que ás vezes até furo a folha, quebrando o grafite, como consequência. Mas a folgação mesmo era o fato de eu nunca ter folha de rascunho para escrever, não levava caderno, muito peso, e minhas folhas nunca eram suficientes para tantas anotações. Vivi de doação de folhas de cadernos e usei todos os horários que peguei impresso na secretaria, os meus e o das minhas queridas colegas nutricionistas: “- não tem onde anotar colega?...peraí que vou ver se tenho um horário da semana passada sobrando enfermeira!”.

Engraçado também aqueles alunos que acham que estão em casa, ocupam duas cadeiras, uma eles sentam, na outra, largam sua bolsa, seu super arquivo, seus tantos polígrafos e livros, seu copo com café, tiram seus sapatos, e ainda ocupam uma terceira cadeira para apoiar seus pés cascudos, expondo aquelas unhas por fazer, enormes, não é lenda que concurseiro prioriza os estudos, cheguei ao ponto de assistir aula de manhã, de tarde e de noite. Mas faço uma ressalva, com meus pezinhos sempre em dia ok? Sou uma Lulu 5Fab’s.

Nestas fases de “baixar a cabeça” e estudar, além de inevitavelmente você se afastar das badalações e dos amigos, você fica focada, tipo sem visão lateral, a não ser para aquele colega gato da educação física, ou o xavequeiro que afirma que frequenta o curso só para ficar olhando as colegas. Presenciei o amor acontecer em apenas dois meses de curso, juro!! Presenciei hein, eu estive preocupada em estudar língua portuguesa, língua inglesa... Nem vou escrever sobre as paqueras no e-mail da turma: “- hei, é você o colega daquele caderno do grêmio de capa duuuura...?!”.

Para as atrapalhadas como eu, este “desligamento” da realidade é fatal. Fui ao banheiro no final de uma aula e saí com o vestido pendurado na calcinha!! Sorte foram as gurias que estavam falando com o professor e correram para arrumar minha saia, teria sido eu andando pelo centro com a saia para cima! Era cômico ver os alunos saindo do meio da aula, quando se davam conta que estavam estudando as leis do SUS e não da Constituição Federal, ou vice-versa. Folheia o polígrafo, não localiza aquele artigo, olha para os lados, nenhum conhecido, levanta de mancinho, mas com o estojo aberto, derruba tudo no chão... fora as vezes que adentrava um atrasado na sala chutando...o lixo!!

Chegou a rolar um boato entre as alunas do concurso do magistério, de que pegaram pulgas na sala de aula!! Devia ser verdade, porque soube de inúmeras reclamações na direção e algumas me garantiram que foram picadas. Cheguei a brincar com elas:”- sina de professora, piolho nos colégios e pulgas no curso!”.

Teve um sábado que bati meu recorde, dez horas direto assistindo aula. Não faltaram as colegas "mãe Diná”: “- tu vai passar, tá te esforçando mesmo” ou “- tu vai entrar, tu é muito estudiosa, concentrada...”, ou as preocupadas: “- emagreceu muito, ta comendo mal”, ou as curiosas: “- o que tu tanto anota hein?” ou “-acertou quantas desta vez?”.

Quanto à prova e inscrição para concurso, tenho uma história ótima, mas vou deixar para o próximo post, que neste eu já me estendi demais. E tenho o desafio agora de reconquistá-las e reconquistá-los, mas sei que será na rasteira e salto alto que nos reencontraremos em alguma das minhas aventuras, em que qualquer semelhança com a realidade nunca é mera coincidência.

PS: Lulu 5Fab’s: grupo das gurias da turma, Fab’s de fabulosas, nossos encontros são o Dia do Pode, daquele post: http://rasteiraesaltoalto.blogspot.com.br/2011/03/o-dia-do-pode.html



"Roubar
Subtrair uma parte qualquer
Da metade do que não é nada
A não ser um pedaço qualquer
De alguém

Viver
Repetir todo o dia a tarefa
De ser um a mais
Uma parte qualquer da metade
Do que não é nada a não ser
Alguém"
                                                   Papas da Língua

segunda-feira, 1 de agosto de 2011

O AMOR BOM É FACINHO

POR QUE AS PESSOAS VALORIZAM O ESFORÇO E A SEDUÇÃO?
Ivan Martins

Há conversas que nunca terminam e dúvidas que jamais desaparecem. Sobre a melhor maneira de iniciar uma relação, por exemplo. Muita gente acredita que aquilo que se ganha com facilidade se perde do mesmo jeito. Acham que as relações que exigem esforço têm mais valor. Mulheres difíceis de conquistar, homens difíceis de manter, namoros que dão trabalho - esses tendem a ser mais importantes e duradouros. Mas será verdade?

Eu suspeito que não.

Acho que somos ensinados a subestimar quem gosta de nós. Se a garota na mesa ao lado sorri em nossa direção, começamos a reparar nos seus defeitos. Se a pessoa fosse realmente bacana não me daria bola assim de graça. Se ela não resiste aos meus escassos encantos é uma mulher fácil – e mulheres fáceis não valem nada, certo? O nome disso, damas e cavalheiros, é baixa auto-estima: não entro em clube que me queira como sócio. É engraçado, mas dói.

Também somos educados para o sacrifício. Aquilo que ganhamos sem suor não tem valor. Somos uma sociedade de lutadores, não somos? Temos de nos esforçar para obter recompensas. As coisas que realmente valem a pena são obtidas à duras penas. E por aí vai. De tanto ouvir essa conversa - na escola, no esporte, no escritório - levamos seus pressupostos para a vida afetiva. Acabamos acreditando que também no terreno do afeto deveríamos ser capazes de lutar, sofrer e triunfar. Precisamos de conquistas épicas para contar no jantar de domingo. Se for fácil demais, não vale. Amor assim não tem graça, diz um amigo meu. Será mesmo?

Minha experiência sugere o contrário.

Desde a adolescência, e no transcorrer da vida adulta, todas as mulheres importantes me caíram do céu. A moça que vomitou no meu pé na festa do centro acadêmico e me levou para dormir na sala da casa dela. Casamos. A garota de olhos tristes que eu conheci na porta do cinema e meia hora depois tomava o meu sorvete. Quase casamos? A mulher cujo nome eu perguntei na lanchonete do trabalho e 24 horas depois me chamou para uma festa. A menina do interior que resolveu dançar comigo num impulso. Nenhuma delas foi seduzida, conquistada ou convencida a gostar de mim. Elas tomaram a iniciativa – ou retribuíram sem hesitar a atenção que eu dei a elas.

Toda vez que eu insisti com quem não estava interessada deu errado. Toda vez que tentei escalar o muro da indiferença foi inútil. Ou descobri que do outro lado não havia nada. Na minha experiência, amor é um território em que coragem e a iniciativa são premiadas, mas empenho, persistência e determinação nunca trouxeram resultado.

Relato essa experiência para discutir uma questão que me parece da maior gravidade: o quanto deveríamos insistir em obter a atenção de uma pessoa que não parece retribuir os nossos sentimos?

Quem está emocionalmente disponível lida com esse tipo de dilema o tempo todo. Você conhece a figura, acha bacana, liga uns dias depois e ela não atende e nem liga de volta. O que fazer? Você sai com a pessoa, acha ela o máximo, tenta um segundo encontro e ela reluta em marcar a data. Como proceder a partir daí? Você começou uma relação, está se apaixonando, mas a outra parte, um belo dia, deixa de retornar seus telefonemas. O que se faz? Você está apaixonado ou apaixonada, levou um pé na bunda e mal consegue respirar. É o caso de tentar reconquistar ou seria melhor proteger-se e ajudar o sentimento a morrer?

Todas essas situações conduzem à mesma escolha: insistir ou desistir?

Quem acha que o amor é um campo de batalha geralmente opta pela insistência. Quem acha que ele é uma ocorrência espontânea tende a escolher a desistência (embora isso pareça feio). Na prática, como não temos 100% de certeza sobre as coisas, e como não nos controlamos 100%, oscilamos entre uma e outra posição, ao sabor das circunstâncias e do tamanho do envolvimento. Mas a maioria de nós, mesmo de forma inconsciente, traça um limite para o quanto se empenhar (ou rastejar) num caso desses. Quem não tem limites sofre além da conta – e frequentemente faz papel de bobo, com resultados pífios.

Uma das minhas teorias favoritas é que mesmo que a pessoa ceda a um assédio longo e custoso a relação estará envenenada. Pela simples razão de que ninguém é esnobado por muito tempo ou de forma muito ostensiva sem desenvolver ressentimentos. E ressentimentos não se dissipam. Eles ficam e cobram um preço. Cedo ou tarde a conta chega. E o tipo de personalidade que insiste demais numa conquista pode estar movida por motivos errados: o interesse é pela pessoa ou pela dificuldade? É um caso de amor ou de amor próprio?

Ser amado de graça, por outro lado, não tem preço. É a homenagem mais bacana que uma pessoa pode nos fazer. Você está ali, na vida (no trabalho, na balada, nas férias, no churrasco, na casa do amigo) e a pessoa simplesmente gosta de você. Ou você se aproxima com uma conversa fiada e ela recebe esse gesto de braços abertos. O que pode ser melhor do que isso? O que pode ser melhor do que ser gostado por aquilo que se é – sem truques, sem jogos de sedução, sem premeditações? Neste momento eu não consigo me lembrar de nada.


IVAN MARTINS
É editor-executivo de ÉPOCA


Este texto recebi da minha amiga Fernanda depois de um encontro do Dia do Pode, foi tipo um café colonial, entre as Lulus. Falávamos sobre isto, encontros, desencontros, nossa solteirice, e as dúvidas: esperamos, corremos atrás, cuidamos de nós que "o que é nosso está guardado" (papo de vó)...
Acho que o principal é sim investirmos em nós! Estudo, carreira, beleza, cultura, crescimento pessoal.
A Lena citou Mário Quintana, que eu tinha postado como nota no meu facebook no mesmo dia, isso é sintonia fina entre amigas...

"O segredo é não cuidar das borboletas e sim cuidar do jardim para que elas venham até você.

No final das contas, você vai achar
não quem você estava procurando, mas quem estava procurando por você!"

sexta-feira, 22 de julho de 2011

Este já pode casar!

Post by Kath Adami para meus queridos amigos “chefs” Gabriel e Rafael, que me “obrigam” a malhar a semana inteira com carinha de feliz!


Este já pode casar...


Clássica é esta frase dita quando as mulheres, principalmente as solteiras, demonstram seus dotes culinários ao preparar um almoço, uma janta, ou mesmo uma sobremesa para amigos ou familiares, opa será que houve um erro de digitação no título então?, acontece que cada vez mais os homens estão invadindo a cozinha, ou melhor, estão dividindo este “espaço” da casa tradicionalmente das mulheres.

Mulheres que hoje não são excluídas da cozinha, se tornam parceiras e cabe a elas cada vez mais o trivial, que fazem muito bem, enquanto os homens surpreendem: é a vez deles na cozinha!

Me vem então a frase que mais gosto: lugar de homem é na cozinha! E para aqueles leitores que já estão acostumados com meus errinhos de digitação, ou que talvez ainda não tenham se dado conta da essência deste post, e que diriam que a frase correta seria “lugar de MULHER é na cozinha”... perdoem-me... pensamentos retrógrados e fora de moda e vou convecê-los disto!

Hoje me surpreendo cada vez mais com convites dos meus amigos homens para jantar, ou, como já aconteceu, meus amigos na minha casa cozinhando! São eles em frente ao fogão, derrubando um paradigma do “tempo da vovozinha”, sofisticando a arte de cozinhar com a prática, que para mim, mais parece a alquimia culinária de misturar ingredientes, explorar temperos, elaborar pratos, proporcionando aos sortudos amigos, e principalmente, às felizardas mulheres, um cheirinho excepcional vindo da cozinha, sabores inexplicáveis, novidades jamais imaginadas pelas então “donas do território”, e um charme do qual sou fã declarada!!

O charme dos homens na cozinha, com seus aventais modernos e descolados, sem medo de sujar a roupa, estragar o esmalte da unha ou mesmo quebrá-la, superam de longe o charme de um homem vestido em um terno, por exemplo.

Homens vão para cozinha porque sentem prazer em cozinhar, me corrijam se estiver errada gatos, fazem desta prática um hobby, é um momento de inspiração, diversão, sua maneira de cozinhar se torna irresistível também porque são ousados, arriscam, não tem medo de inventar, criar. Percebo o quanto eles adoram usar uma panela específica para cada tipo de prato que preparam, a maneira como servem com capricho a comida, inclusive decorando-os, deixando tudo sofisticado e estiloso, diferenciando um prato comum de um prato especial. (olhem as fotos deste post!! água na boca...)

Atentos aos detalhes, a preguiça e acomodação passam longe deles quando estão pilotando um fogão, e ainda curtem receber os amigos e mantê-los em volta na cozinha, tornando o ambiente aconchegante, garanto que discutindo futebol e as últimas novidades em eletrônicos.

Eles podem até se tornar exibicionistas, esses “amadores profissionais”, mas jamais perdem o encanto, principalmente quando ainda preparam aquela sobremesa perfeita.

E fica a dica meninas: nunca aceito um convite de um amigo para degustar um prato seu, sem uma produção á altura, acho que é o mínimo que posso oferecer quando cozinham para mim com tanto carinho e requinte, vou com uma bela maquiagem e, de preferência, um lindo vestido, só esqueço as unhas, afinal a louça, veja bem... quando eles deixam, sobra para as mulheres... nada mais justo né?!


Li um segredo do universo masculino onde diz que o homem verdadeiramente apaixonado alimenta a mulher amada.


Se isto realmente for verdade, imaginem então a intensidade desse sentimento se o homem preparar o que será servido ao convidar exclusivamente você para um jantar especial?...


Bon appetit!!!
Eu vou cuidar
Eu cuidarei muito bem dele
Eu cuidarei do seu jantar
Do céu e do mar
E de você e de mim” Nando Reis



Pasta al allegro&risoto de menta com carré de cordeiro a francesa ao molho de balsâmico reduzido by Gabriel


Mix de folhas verdes com cogumelos recheados by Gabriel

Polenta com cordeiro assado&carré de cordeiro com risoto de moranga by Gabriel


quarta-feira, 20 de julho de 2011

Amizade Por Mario Quintana

Diziam os amigos mais íntimos, que Mario Quintana era o poeta das coisas simples e fazia pouco caso em relação à crítica. Conforme costumava comentar, sua poesia era feita simplesmente por sentir necessidade de escrever.

"A amizade é um amor que nunca morre."

"Há 2 espécies de chatos: os chatos propriamente ditos e os amigos, que são os nossos chatos prediletos."


"O segredo é não correr atrás das borboletas... É cuidar do jardim para que elas venham até você."


"A arte de viver é simplesmente a arte de conviver ... simplesmente, disse eu? Mas como é difícil!"


"DA DISCRIÇÃO
Não te abras com teu amigo
Que ele um outro amigo tem.
E o amigo do teu amigo
Possui amigos também..."


"Muitas pessoas irão entrar e sair da sua vida
mas somente verdadeiros amigos deixarão pegadas no seu coração.

Para lidar consigo mesmo, use a cabeça,
para lidar como os outros, use o coração,
raiva é a única palavra de perigo.

Amigos você e eu...
Você trouxe outro amigo...
Agora somos três...
Nós começamos um grupo...

Nosso círculo de amigos...
E como um círculo,
Não tem começo nem fim..."
 


"Minha vida está nos meus poemas, meus poemas são eu mesmo, nunca escrevi uma vírgula que não fosse uma confissão."





Alguns são consoladores,
outros nos fazem rir.
Uns são parceiros de farra,
outros nos ouvem atentamente.
E alguns falam constantemente.
Mas todos são queridos e especiais!
Feliz Dia do Amigo”
By minha amiga Fernanda Lemos